Um bônus de gasolina pago no salário, lançado pelo empregador como custo de empresa por meio dos fringe benefits, ganha força na maioria de governo italiana como alternativa aos descontos generalizados nos combustíveis. O 13º decreto aprovado financia o corte de impostos apenas sobre o diesel, e o governo prorrogou a medida por dez dias no Conselho de Ministros, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
A próxima data de decisão é 6 de setembro, quando estará disponível a arrecadação extra de IVA de agosto e será possível avaliar o retorno dos impostos móveis sobre combustíveis. “Se a crise durar nestas dimensões, será feita uma avaliação seletiva”, disse Marco Osnato, responsável pela área de Economia do Fratelli d’Italia, que atribuiu a ideia dos vales de gasolina ao vice-ministro Maurizio Leo. O ministro do Ambiente e da Segurança Energética, Gilberto Pichetto Fratin, confirmou a orientação por medidas mais seletivas, por setor ou por faixas.
A Forza Italia se opõe a usar o cartão social “Dedicata a te”, hoje destinado a pouco menos de 1,2 milhão de pessoas. Alessandro Cattaneo criticou o critério de renda usado no programa. A Liga concorda. Nos aumentos do diesel, lideram Sicília (45,3 centavos por litro), Campânia (45), Puglia (44,9) e Calábria (43,9). Os preços mais altos estão em Bolzano (2,184 euros o litro) e no Friuli-Veneza Giulia (2,158 euros).
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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