A busca da seleção italiana por um novo treinador ganhou um capítulo turbulento nesta segunda-feira (27). Segundo a emissora Sky Sport, o diretor técnico da Federação Italiana de Futebol (Figc), Paolo Maldini, e o consultor Leonardo renunciaram aos cargos, duas semanas após a contratação.
A saída da dupla teria ocorrido depois que o presidente da entidade, Giovanni Malagò, barrou a contratação de Andrea Pirlo para o comando da equipe. O motivo, ainda de acordo com a emissora, seria o vínculo do ex-meio-campista com a Fonbet, maior casa de apostas da Rússia.
O plano ruiu
A Figc anunciou Maldini e Leonardo há duas semanas com a missão de conduzir a escolha do próximo treinador da seleção tetracampeã mundial. A primeira tentativa foi Carlo Ancelotti, técnico do Brasil, que tem contrato até a Copa do Mundo de 2030.
Depois, a dupla procurou Pep Guardiola, mas o espanhol preferiu não trabalhar neste momento para ficar mais tempo com a família. A terceira opção era Pirlo, que seria anunciado oficialmente nesta terça-feira (28), até o veto atribuído a Malagò.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão
Com a decisão, Maldini e Leonardo teriam se sentido desprestigiados pelo presidente da Figc e entregado os cargos.
Pressão sobre Malagò
A crise amplia a incerteza sobre o futuro da Itália, que não disputa uma Copa do Mundo desde 2014, no Brasil. Também aumenta a pressão sobre Malagò, eleito presidente da Figc em junho com o status de “salvador” do futebol italiano, após passagens elogiadas pelo comitê olímpico do país (Coni) e pela organização dos Jogos de Inverno de Milão e Cortina d’Ampezzo.
Questionado na manhã desta segunda, o dirigente prometeu “novidades” para esta terça, sem citar nomes. O ítalo-brasileiro Thiago Motta, ex-treinador de Bologna e Juventus, passou a figurar entre os cotados, ao lado de Antonio Conte e Roberto Mancini.
O ministro do Esporte da Itália, Andrea Abodi, declarou que a Figc precisa se recuperar do “embaraço” nas negociações com Pirlo. O ex-jogador, por sua vez, lamentou no Instagram que sua parceria com a Fonbet tenha sido interpretada como apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia e agradeceu a Leonardo e Maldini pela “estima e confiança”, sem citar Malagò. (Com informações da ANSA)








































João Roberto Di Napoli
28 de julho de 2026 at 01:07
La Cosa Nostra nel cálcio!