Siga o Italianismo

Olá, o que deseja procurar?

… Euro Hoje R$ 5,61

Cidadania

No Brasil, Tajani faz nova afronta aos ítalo-descendentes: ‘Se alguém se sentia italiano, poderia ter feito antes’

Um dia depois de chamar cidadãos de dupla nacionalidade de “embaixadores” da Itália, vice-premiê rejeita ampliar acesso à cidadania e diz que italianidade foi “abandonada por gerações”

Antonio Tajani durante missão oficial no Brasil. Vice-premiê rejeitou a possibilidade de ampliar novamente o acesso à cidadania italiana por descendência | Times Brasil e Class CNBC Italia
Antonio Tajani durante missão oficial no Brasil. Vice-premiê rejeitou a possibilidade de ampliar novamente o acesso à cidadania italiana por descendência.

O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, fez nesta quinta-feira (10), durante sua passagem pelo Brasil, uma das declarações mais duras desde a aprovação da reforma que restringiu o reconhecimento da cidadania italiana por descendência.

Questionado por Diego Mezzogiorno, correspondente do Times Brasil e Class CNBC Itália, sobre a possibilidade de rever as restrições impostas aos descendentes, Tajani descartou qualquer abertura.

Bendita Cidadania, analise de cidadania italiana

“Se alguém se sentia italiano, poderia ter feito antes”, afirmou.

A pergunta tocou justamente em um tema que havia sido evitado durante a missão oficial.

Segundo apuração do Italianismo, havia orientação aos jornalistas presentes para que a questão da cidadania italiana não fosse abordada durante os compromissos de Tajani no Brasil. Mezzogiorno, no entanto, decidiu colocar o assunto diretamente ao vice-premiê.

O questionamento expôs o contraste entre o discurso de aproximação com a comunidade ítalo-brasileira e a reforma que limitou o acesso à cidadania por descendência. A pergunta trouxe incômodo ao vice-primeiro-ministro, que respondeu em tom duro e passou a defender a nova legislação.

Publicidade

De “embaixadores” a “poderia ter feito antes”

O episódio ocorreu apenas um dia depois de Tajani exaltar, em São Paulo, o papel dos italianos e ítalo-descendentes que vivem no Brasil.

Na quarta-feira (9), durante encontro com a comunidade italiana, o ministro afirmou que quem possui dupla cidadania atua como representante da Itália no exterior.

“Cada um que tem dupla cidadania é embaixador do país”, disse Tajani.

Bendita Cidadania, analise de cidadania italiana

Menos de 24 horas depois, Mezzogiorno questionou diretamente o ministro sobre a aparente incoerência entre chamar os ítalo-descendentes de “embaixadores” e ter promovido uma legislação que restringiu o reconhecimento da cidadania.

O jornalista perguntou ainda se, diante da realidade encontrada no Brasil, o governo poderia elaborar outra lei, com critérios mais rigorosos, mas capaz de permitir o reconhecimento daqueles que demonstrassem vínculo efetivo com a Itália.

Tajani rejeitou a possibilidade.

“A nossa lei é uma lei que busca defender a italianidade, busca defender a seriedade de ser cidadão italiano. Ser cidadão italiano significa acreditar na nossa língua, acreditar nos valores, acreditar na identidade italiana”, respondeu.

Em seguida, o ministro voltou a associar parte da procura pela cidadania ao interesse pelas vantagens proporcionadas pelo passaporte europeu.

Publicidade

“Se o passaporte italiano deve servir apenas para ir passar férias em Miami e fazer compras em Miami, não é um bom sinal que nós damos.”

“Ame a própria pátria e não o business em Miami”

Tajani prosseguiu dizendo que o governo pretende assegurar que os novos cidadãos tenham um vínculo concreto com o país.

“Nós queremos que quem obtém a cidadania italiana se sinta italiano, ame a própria pátria e não ame o business em Miami.”

Mezzogiorno insistiu e perguntou se poderia haver uma nova lei destinada justamente às pessoas que desejam ser “efetivamente italianas”.

“Para quem quer ser efetivamente italiano existe a lei, que é uma lei análoga às que existem em todos os países do mundo”, respondeu Tajani.

O jornalista então levantou o caso dos descendentes que ficaram além do limite imposto pela reforma, como os bisnetos de italianos.

Publicidade

Foi nesse momento que Tajani deu a declaração mais contundente.

“Se alguém se sentia italiano, poderia ter feito antes, porque a italianidade foi abandonada por gerações, então significa que não havia interesse em ser italiano.”

A afirmação atinge diretamente descendentes que, apesar de manterem vínculos familiares e culturais com a Itália, não haviam solicitado formalmente o reconhecimento da cidadania antes da mudança da lei.

Tajani volta a atacar “Black Friday” da cidadania

O vice-premiê retomou ainda um argumento que vem utilizando desde que o governo apresentou a reforma, em março de 2025: a existência de empresas que transformaram processos de cidadania em atividade comercial.

“Esse interesse explodiu quando houve as Black Fridays destinadas à aquisição da cidadania italiana”, declarou.

A referência é a campanhas promocionais realizadas por empresas que oferecem serviços relacionados ao reconhecimento da cidadania. O governo italiano utiliza esses casos para sustentar que o sistema anterior teria favorecido uma espécie de mercado de cidadanias.

Tajani encerrou a resposta sem deixar margem para uma possível revisão da posição do governo.

“A cidadania italiana é uma coisa séria, ser italiano é uma coisa séria, e isso demonstram todos os italianos que trabalham aqui. A questão está encerrada.”

Reforma restringiu o iure sanguinis

As novas restrições começaram com o Decreto-Lei nº 36, de 28 de março de 2025, posteriormente convertido, com modificações, na Lei nº 74, de 23 de maio de 2025.

A reforma alterou profundamente o reconhecimento da cidadania italiana iure sanguinis para pessoas nascidas no exterior e que possuem outra nacionalidade.

Antes da mudança, não existia um limite geracional geral para a transmissão da cidadania por descendência, desde que fosse possível demonstrar a continuidade jurídica da transmissão ao longo da linha familiar.

Com as novas regras, a existência de um antepassado italiano distante já não é suficiente, por si só, para garantir o reconhecimento.

Entre as hipóteses previstas na legislação estão situações envolvendo pai, mãe, avô ou avó que possuíam exclusivamente a cidadania italiana, além de determinados casos relacionados à residência dos pais na Itália.

A reforma atingiu especialmente países como Brasil e Argentina, onde milhões de pessoas descendem da imigração italiana ocorrida principalmente entre o fim do século 19 e as primeiras décadas do século 20.

32 milhões de descendentes no Brasil

A dureza das declarações também contrasta com o discurso institucional adotado pelo próprio governo italiano durante a viagem.

A Farnesina estima que cerca de 32 milhões de brasileiros tenham origem italiana, formando a maior comunidade de descendentes de italianos do mundo.

Na visita, Tajani destacou repetidamente esses vínculos históricos, familiares, culturais e econômicos como um patrimônio para as relações entre Brasil e Itália.

Mas, quando questionado diretamente sobre a possibilidade de transformar esse vínculo em uma nova oportunidade jurídica para os descendentes excluídos pela reforma, a resposta foi categórica.

Para Tajani, quem desejava ser reconhecido como italiano “poderia ter feito antes”.

Newsletter

Últimas do Italianismo

Todo dia, às 18h, um resumo do que aconteceu na Itália direto no seu e-mail.

Newsletter — Últimas do Italianismo

É gratuito e você cancela quando quiser.

34 Comentários

1 Comentário

  1. Jose Goncalves Vicente

    Tajani italiano de mierda! Você têm de estar preocupado com os islâmicos!

    1. Bonutti

      Islâmicos estão invadindo toda Europa. Pena que os olhos do Tajani estão fechados para essa realidade.

      1. Rafael

        Ser racista como a direita européia não funcionou até agora

  2. Alex Ponciano arte

    O sério sério no Brasil criar leis para coibir essas duplas cidadanias compensa da brasilidade para que tivesse outra cidadania que não a brasileira/ sempre achei um absurdo um nascido brasileiro querer outra cidadania

    1. Ric

      Faltou estudar Direito. Triste não saber a diferença entre ius soli e ius sanguinis. E que todos que possuem esses direitos podem exercê-los.

      1. Mirella Garcia Cioffi Lima

        Ele é de “Artes”

      2. João Roberto Di Napoli

        Ele mal consegue se expressar por escrito; está exigindo muito dele, pode ter um AVC por tentar usar os neurônios!

    2. Rafael

      Você só tem inveja e quer punir as pessoas

    3. RAFAEL DE MEDEIROS MARIZ CAPUANO

      Você só tem inveja mesmo

    4. Marcos Flavio

      Va ao medico, seus cotovelos estao doendo muito

  3. Alex Ponciano arte

    O sério mesmo o Brasil criar leis para coibir essas duplas cidadanias / sempre achei um absurdo um nascido brasileiro querer outra cidadania

    1. Cláudio Moreira

      Então você quer que o povo viva definitivamente como um gado preso dentro da fazenda (país) sendo controlados (documentos e licenças) e explorados (taxas e impostos) pelos controladores (políticos) do Estado, e não é à toa que temos o famigerado “Ministério da Fazenda” para TOMAR À FORÇA o “couro e o leite” do gado povo em nome de IMPOSTOS.
      O povo deveria ter a liberdade de viver o de quiser no mundo sem restrições, até porquê, ninguém pode escolher o país onde nascer, mas deveria ter a LIBERDADE de escolher onde viver e não ser condenado pelo nascimento viver onde não escolheu nascer.

  4. Luis de Paula

    Se surgiu um segmento de empresas dedicadas a “comercializar passaportes” – que torna tangível a sensação de alguém ser cidadão de um país -, isto se deveu à incapacidade do Estado administrar a oficialização do Direito primário que todo cidadão possui, que é o de ser registrado e reconhecido por este mesmo Estado. Tajani é descendente de imigrantes e não deve ter o sangue italiano que ele gostaria de ter. Faz tudo isto porque é um frustrado, um doente político (ou político doente) que nem deveria ter pisado aqui. Sua arrogância será derrubada pelas cortes italianas. É só questão de tempo. Que faça uma boa viagem e nao volte nunca mais.

    1. ANGELA BOsi(descendente de italianos)

      Linda suas palavras . Que Deus ajude à todos italos- brasileiros. Nós temos nosso direito garantido no sangue.

  5. Angelo Longo

    Tajani é o que há de pior na Itália. Rasgou a constituição.

  6. Sandro Brocca

    Mesmo quem desejava ser reconhecido como italiano e fez isso antes e manteve a linha de descendentes com o devido registro da cidadania perante os consulados hoje é prejudicado com essa lei. A resposta de Tajani não responde e não é coerente com o que lhe foi questionado pelo repórter. Ele não tem argumentos sólidos para a questão, criada por ele mesmo, esse despreparado, que criou essa discriminação…

  7. Angel Zanetti

    O que será que ele pensa dos estrangeiros de outra crença invadindo a Italia ? Nós , descendentes , não temos a menor receptividade, em compensação os outros tem a porta aberta.

  8. Jose Paulo Gonçalo

    Sou neto de italianos por parte de mãe, gosto da comida italiana, das músicas italianas (as antigas) mas, obter a cidadania italiana não está nos meus planos. Primeiro porque não sou fluente no idioma (acho um disparate ter um passaporte de um país e não saber se comunicar na língua dele). Segundo, sou cidadão brasileiro e mal consigo dar conta da minha própria cidadania. Terceiro, e o mais importante, numa Copa do Mundo, num eventual jogo Brasil e Itália, eu jamais torceria para a Itália.

    1. Rafael Henrique Furlani

      Óbvio que você não tem interesse. Nem seu nome ou sobrenome é italiano.

    2. Mirella Garcia Cioffi Lima

      Aí falta amor e pertencimento!

  9. Gio Cavallero

    Enviar em missão oficial alguém que vem,depois o decreto que emitiu,não quer responder as perguntas de interesse de milhões de pessoas,e ainda por cima vem falando que o passaporto italiano serve pra fazer compras em Miami,e’ um sinal que deve oferecer pra todos uma clara visão do que e’ realmente o Estado Italiano.Um pais predatório que odeia os próprios cidadãos.Tenho a vida toda como exemplo.

  10. Rodrigo Quarentei Lucchesi

    Esse Cara não é bem vindo aqui

  11. Rodrigo Quarentei Lucchesi

    Esse Cara não é bem vindo aqui.

  12. Valente

    Me impressiona em como a comunidade recebe um patife desse quilate que literalmente cospe em nossa cara nos retirando direitos, e ainda “solicita que não façam perguntas embaraçosas sobre o assunto”, sob risco do boçal agir como é de fato, um boçal preconceituoso.
    Quando a Itália estiver sem jovens, pois todos estarão indo para a Europa e Miami, e o país estiver dando casas para as cidades não ficarem desanimadas e somente tiverem Islâmicos italianos que desprezam qualquer valor ocidental, vamos ver se mantém o mesmo comportamento. Ahh claro. Isso já está acontecendo…

  13. MARIA MÁRCIA SCARPINO VAN DONGEN

    Desculpe, mas eu sendo neta de italiano, criada com os costumes italianos. Bisavós vindo para o Brasil sob o porão de barco, levei a tempos atrás toda documentação necessária a ir para Itália junto a meus filhos, até hoje 11.09.2026 não obtive resposta. Apenas aguardando. Hj já idosa, só me resta os quitutes italianos em casa a fazer ( caponata, sardela, bruschetta e outros) finalizar meus dias na Itália seria uma benção.

  14. Janice de oliveira

    O que a Itália fez nestes mais de 150 anos para promover a língua e as tradições para os nossos antepassados? Quando a Itália promoveu o retorno dos nossos antepassados? Em qual década a Itália ofereceu possibilidades de regularização documental dos que emigraram? A nossa geração foi privilegiada com a Internet Sr. Tajani. Atualmente é possível providenciar documentos caríssimos para provar a nossa descendência. Muitas famílias levaram aproximadamente 10 anos somente para conseguir um certificado…depois mais de 10 anos para serem chamados para apresentar o documento. Chega a hora de apresentar o documento…não pode apresentar porque o Sr criou uma lei que vale a partir do dia anterior porque os brasileiros vão fazer compras em Miami. A sua narrativa é ofensiva Sr Tajani. Mude o discurso por favor e solicite de quem faz Black Friday as devidas taxas de impostos pelos serviços que prestaram. Black Friday? Esse na verdade não é o grande problema, não é verdade?

  15. Neudson Sacramento

    Com serteza esse comentário acima e de um afro decedente puro pois não quer cidadania africana.eu tenho afro ea italo porém a afro não consigo localizar mas italiana sim e sou veneto e falo fluente porquê aprendi ainda jovem vivendo na italia por 6 anos.queria muito viver na África por um tempo mas onde não consigo localizar. Talvez um dia quem sabe?

  16. Jicxjo

    Ah, e as crianças pequenas já nascidas antes do seu infame decreto também poderiam tê-lo feito antes, não é mesmo, jênio? Esse pé-na-cova, além de cínico, é um recalcado contra os descendentes, que prefere ir para o túmulo chafurdando na amargura, levando o futuro da Itália junto.

  17. João

    “FIORE (FN): “ONDE CORRE SANGUE ITALIANO, ALI ESTÁ A NOSSA PÁTRIA”

    A visita de Tajani ao Brasil foi alvo de grandes protestos por parte dos italianos de São Paulo, totalmente ignorados pela imprensa.

    Logo depois que a Forza Nuova, em 2025, manifestou a vontade de trazer de volta para a Itália milhões de cidadãos de todo o mundo, com base no ius sanguinis, Tajani e a centro-direita, por outro lado, não encontraram solução melhor do que fazer o contrário e, na prática, chegar à abolição do próprio ius sanguinis.

    Tudo isso vai contra o vínculo histórico entre os italianos no mundo e a pátria-mãe e constitui um gravíssimo ataque à possibilidade de recuperação demográfica italiana.

    Nossa luta em favor da restauração plena do ius sanguinis será a principal bandeira nas próximas eleições na América do Sul, onde apresentaremos listas eleitorais da Forza Nuova para as circunscrições eleitorais no exterior.

    – Roberto Fiore
    Secretário Nacional da Forza Nuova”

  18. Luciano Trippiccio

    Uma pena esta teimosia. Se eu fosse o governo eu amaria ter a oportunidade de analisar o CV de 32M de pessoas que tem a minha cultura e convida-los a investir na Italia. Que oportunidade jogada no lixo e no fim prejudica a própria Italia que tem registrado forte queda na natalidade geral. Uma pena quando a mente nao se amplia

  19. Bonutti

    Muito estranho essa tipo de lei que barra descendentes.
    Mas a Europa ” Itália” está tomada por indianos, mulçumanos etc…
    Fiquei abismado, pois quando ando nas ruas aqui, o que menos vejo são italianos…

  20. Moretto Lora

    I brasiliani hanno servito solo in guerra, erano 25 mila uomini da soli.
    Oggi l’Italia è diventata un paese vecchio, con la maggior parte della gente anziana, e per qualche motivo certi pazzi preferiscono fare spazio a chi invade e manca di rispetto, a gente che non ha nessun legame con questa terra, mentre quelli che vogliono entrare legalmente, farsi riconoscere e che rispettano questa terra, la sua gente e le sue tradizioni vengono trattati come ‘invasori’.
    L’Italia soffrirà ancora molto perché chi non rispetta imporrà le sue regole, gli italiani stanno morendo e i giovani che restano non ce la faranno.
    Più del 50% di loro ha più di 50 anni e i più giovani non vogliono fare figli.

  21. Miguel T Oliveira

    O ministro Tajani erra mais uma vez!! deveria ter vergonha de não ter uma resposta justa para aqueles que ficaram anos nas filas dos consulados esperando a boa vontade daqueles que até hoje não tem a simples capacidade de ampliar o agendamento de passaporte de de outros serviço, a desculpa do governo foi sempre que esse processo de cidadania atrapalhava demais os consulados e passado mais de um ano continuam prestando um serviço ineficiente e abaixo da expectativa de qualquer cidadão. Acabar com os processo de cidadania foi como jogar a sujeira pra debaixo do tapete afim de esconder má administração que já ocorre há décadas.

    1. Mirella Garcia Cioffi Lima

      Me ocorreu q possa ser discriminação partidária pq pela lógica penso q a maioria que deseja ter a cidadania seja de direita e ele é centro e radical. Estou enganada?

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira também:

Cidadania

Associação que nasceu para defender os italianos no exterior discutirá sua dissolução em 22 de outubro. Advogado associado critica falta de diálogo e questiona...

Cidadania

Mulher recebeu suposta decisão favorável do Tribunal de Potenza, mas advogados não localizaram registro correspondente. Há suspeita de documento produzido com inteligência artificial.

Cidadania

Mais de 11,2 mil brasileiros obtiveram a nacionalidade luxemburguesa entre 2020 e 2025, superando franceses e portugueses. Lei que beneficiava descendentes ajuda a explicar...

Decreto Tajani

Tribunal leva questionamentos sobre a reforma da cidadania à Corte Constitucional e à Justiça europeia; um dos casos já foi registrado oficialmente na Consulta.