Roberto Mancini, de 61 anos, é o novo técnico da seleção italiana. O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Giovanni Malagò, anunciou a escolha nesta terça-feira (28), em reunião do conselho federal da entidade, em Roma.
O treinador volta ao comando da Azzurra três anos depois de deixar o cargo. Ele assume a equipe na maior crise de sua história, após a terceira ausência consecutiva em Copas do Mundo. Claudio Ranieri, de 74 anos, deve ser confirmado como diretor técnico da seleção.
Processo conturbado
A escolha de Mancini encerra a busca errática por um novo comandante. A Itália estava sem treinador efetivo desde março, quando a Figc demitiu Gennaro Gattuso na esteira da derrota para a Bósnia e Herzegovina, na repescagem europeia para a Copa do Mundo de 2026.
Eleito em junho, Malagò designou o ex-zagueiro Paolo Maldini e o ex-meia brasileiro Leonardo para conduzir o processo. Os dois renunciaram na segunda-feira (27), após o fracasso na contratação de Andrea Pirlo.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão
Pirlo, atual treinador do Dubai United, era o favorito da dupla depois das negativas de Carlo Ancelotti e Pep Guardiola. Malagò, porém, vetou o nome do ex-craque por causa de um acordo de patrocínio com uma casa de apostas da Rússia, parceria que virou alvo de críticas na Itália, sobretudo no meio político.
Maldini e Leonardo não viam com bons olhos o retorno de Mancini e defendiam uma renovação mais profunda no comando técnico da equipe.
Da glória de 2021 ao trauma de 2022
Mancini, atualmente sem clube, comandou a Itália entre 2018 e 2023. No período, conquistou o inesperado título da Eurocopa de 2021, mas também sofreu a derrota em casa para a Macedônia do Norte, na repescagem para a Copa de 2022.
O treinador acumula passagens por Fiorentina, Lazio, Inter de Milão, Manchester City, Galatasaray, Zenit, seleção da Arábia Saudita e Al-Sadd. No currículo, soma três títulos da Série A, um da Premier League, quatro Copas da Itália, duas Supercopas Italianas, uma Copa da Inglaterra, uma Supercopa inglesa e uma Copa da Turquia.
A crise da Azzurra
A Itália, tetracampeã mundial, não disputa uma Copa do Mundo desde 2014. A seleção ficou fora das três últimas edições do torneio: caiu na repescagem europeia para a Macedônia do Norte no ciclo de 2022 e para a Bósnia e Herzegovina no ciclo de 2026. A sequência de eliminações provocou a maior crise da história do futebol italiano e uma troca sucessiva de dirigentes e treinadores.








































Diango traore
28 de julho de 2026 at 18:37
ça m’intéresse