A Serie A 2026/27 começou com um dado que ajuda a explicar um dos problemas do futebol italiano: apenas 76 dos 254 jogadores utilizados nas primeiras oito partidas eram italianos.
Isso representa 29,9% do total, segundo levantamento da La Notizia Sportiva. Entre os titulares, foram 57 italianos em 176 vagas, cerca de 32%.
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QUERO ANALISAR MEU CASOOs números ainda não consideravam Bologna-Lazio e Roma-Fiorentina, jogos que completavam a primeira rodada nesta segunda-feira (24).
O cenário pesa ainda mais porque a Itália vem de três Copas do Mundo consecutivas sem participação, em 2018, 2022 e 2026.
Agora, a seleção inicia outro ciclo de olho no Mundial de 2030, mas com uma base cada vez menor de jogadores nacionais atuando regularmente na principal liga do país.
Jovens dão algum sinal positivo
A rodada teve, ao menos, uma notícia melhor entre os mais jovens. Treze italianos nascidos entre 2006 e 2008 foram utilizados nas oito partidas analisadas, e 11 começaram como titulares.
Um dos destaques foi Simone Lontani, atacante do Parma nascido em 2008. Depois de marcar dois gols contra o Catania na Copa da Itália, ele ganhou a titularidade na estreia da Serie A e permaneceu 75 minutos em campo contra o Cagliari. Formado nas categorias de base de Cesena e Milan, Lontani chegou ao Parma após deixar o futebol juvenil rossonero.
Também ganharam espaço nomes como Francesco Pio Esposito, que marcou pela Inter, Antonio Vergara, autor de gol pelo Napoli, e Alphadjo Cissé, que balançou a rede pelo Milan. Considerando os italianos nascidos entre 2003 e 2008, foram 30 jogadores utilizados nas primeiras oito partidas.
A decisão da Corte Constitucional mudou o cenário. A nova lei da cidadania agora será analisada pela Justiça da União Europeia.
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