A reforma tributária italiana não será encerrada com o fim do prazo para a primeira aplicação das diretrizes da lei delegada. O ministério da Economia enviou um sinal claro de que capítulos ainda podem ser aprofundados e desenvolvidos. O pedido está no ato de orientação com as prioridades políticas para 2027, assinado pelo ministro Giancarlo Giorgetti, que fala em “completar a reforma fiscal” com os decretos de aplicação, segundo o jornal Il Sole 24 Ore.
O documento não trata apenas de tributos. São oito prioridades, da gestão das finanças públicas à atuação internacional em defesa dos interesses econômicos e estratégicos do país. O fio condutor indicado é a geração de valor público, alinhada aos objetivos do bem-estar equitativo e sustentável, à Agenda 2030 e às ações previstas no Pnrr, o plano nacional de recuperação e resiliência.
O cenário de referência é o documento de finanças públicas de abril, que mantém elementos de incerteza ligados ao contexto internacional. O governo cita os efeitos do conflito no Oriente Médio, que já motivaram intervenções para conter a alta dos combustíveis, e reafirma o compromisso com o poder de compra das famílias e a competitividade das empresas. O texto também prevê revisão constante das prioridades de gasto e reforça o papel dos controles contra evasão e elusão.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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