O PIB da Alemanha no segundo trimestre de 2026 foi revisado de +0,2% para +0,3%, com a alta puxada pela retomada das exportações. O Destatis também elevou dados passados, levando o crescimento de 2024 de zero para +0,5%. Na comparação anual, o avanço alemão passou de +0,9% para +1%, igualando o da Itália, que deve ser confirmado pelo Istat em 1º de setembro, segundo o jornal Il Messaggero.
O dado importa para a Itália porque o mercado alemão é o principal destino das exportações do Made in Italy, e a Europa depende da retomada da Alemanha após seis anos de estagnação. Na Alemanha, o impulso anual veio das exportações de produtos químicos, eletrônicos e meios de transporte que não automóveis. O consumo das famílias e os investimentos em construção seguem fracos.
Após dois trimestres, o crescimento já adquirido pela Alemanha em 2026 é de +0,88%, contra +0,81% provisório da Itália. Desde o último trimestre anterior à pandemia, porém, o PIB italiano cresceu 7,7%, e o alemão, mesmo após as revisões, apenas 1,9%. O Financial Times reconheceu os avanços fiscais italianos e apontou a França como a economia que “está substituindo a Itália” no foco de preocupação do mercado com a dívida europeia.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.
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