A hipótese de Vladimir Putin testar as reações da Otan no Báltico ou mais ao norte voltou ao centro das discussões da Aliança Atlântica, com foco em sabotagens, danos a infraestrutura de telecomunicações e cabos submarinos e incursões de drones, como os encontrados com explosivos nos arredores do aeroporto de Leipzig, na Alemanha. O quartel-general em Bruxelas tende a descartar uma ofensiva aberta, mas ficou mais difícil excluir um ataque militar circunscrito, noticiou o jornal Corriere della Sera.
Os embaixadores dos países da Otan se reuniram em Bruxelas com a participação do subsecretário de Defesa dos Estados Unidos, Elbridge Colby. Ele garantiu que Washington não pretende deixar a Aliança e, ao mesmo tempo, anunciou que apresentará ao secretário de Defesa Pete Hegseth ao menos quatro opções sobre o dispositivo militar americano na Europa, com previsão de redução do contingente atual.
O ministro das Relações Exteriores da Estônia, Marcus Tsahkna, afirmou em nota oficial que a avaliação do país sobre as ameaças russas não mudou, mesmo após a missão do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou. De Moscou vêm sinais contraditórios: a porta-voz da diplomacia, Maria Zakharova, citou bases militares do Reino Unido, enquanto Dmitry Peskov descartou ações contra países da Otan.
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Leia o artigo original em italiano no Corriere della Sera.
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