A hipótese de segundo turno voltou a ser considerada pelo centro-direita italiano na reforma da lei eleitoral, diante do crescimento contínuo do partido de Roberto Vannacci nas pesquisas. Nenhuma decisão teria sido tomada, e as avaliações técnicas e de constitucionalidade seguiriam em curso, mas as chances de o mecanismo entrar no texto estariam aumentando, segundo o jornal Il Sole 24 Ore.
Pela pesquisa BiDiMedia de 26 de agosto, o Fratelli d’Italia caiu pelo segundo mês seguido, a 25,4% (-0,8), e a Liga ficou abaixo de 5%, com 4,8% (-0,4). O Futuro Nazionale subiu a 8,0% (+0,9) e superou a Forza Italia, com 7,3% (+0,1). Sem aliança com Vannacci, a soma aritmética indicaria derrota para Giorgia Meloni e aliados. Com o Futuro Nazionale, o bloco fica em 47,2%, contra 44,7% do campo amplo (-0,2).
Com o segundo turno, centro-direita e Vannacci poderiam disputar separados no primeiro turno e reunir votos depois. Ignazio La Russa não veria a ideia com desagrado, a Forza Italia não teria fechado questão e a Liga seria a mais reticente. O texto atual prevê proporcional puro caso ninguém alcance 42%. No Senado, diz o ministro Luca Ciriani, “será reapresentada a emenda sobre as preferências”.
Leia também: Governo Meloni sofre derrota por um voto e oposição pede eleições na Itália
Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
QUERO ANALISAR MEU CASO







































