A prorrogação dos controles nas fronteiras italianas foi decidida por razões de segurança interna, e não por disputa política com o governo espanhol, afirmou o ministro das Relações Exteriores e vice-premiê Antonio Tajani. Ele disse que a medida saiu após exame do Comitê de análise de imigração e segurança das fronteiras e tem como objetivo a prevenção do terrorismo e o combate à imigração irregular. “O perigo jihadista não deve ser subestimado”, declarou ao jornal Corriere della Sera.
Questionado sobre os números, Tajani afirmou que no último mês houve 31 medidas de recusa de entrada em fronteiras marítimas e aeroportuárias, oito delas envolvendo marroquinos, com seis prisões. Segundo ele, a prorrogação é provisória e não é dirigida contra ninguém. O ministro disse ainda que a imigração irregular no país caiu mais de 60%, e citou a chegada de quase 100 mil pessoas a Ceuta.
Tajani também criticou parte das políticas europeias, que classificou como burocráticas e ligadas a uma visão ideológica da mudança climática. Ele defendeu reforma institucional, com a unificação das presidências da Comissão e do Conselho, e a redução do voto por unanimidade. Sobre Alessandro Di Batista, em Cuba, disse que ele está “vigile”, à espera do diagnóstico e da transferência para a Itália.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia também: Lega apresenta projeto rígido para a cidadania por naturalização, mas evita o ius sanguinis
Leia o artigo original em italiano no Corriere della Sera.






































