Segundo o jornal Corriere della Sera, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, disse ao New York Times que esperava uma relação mais fácil com Donald Trump e que continua acreditando na unidade do Ocidente. Questionada se falaria com o presidente americano em breve, respondeu que se verá. Em 4 de setembro, Meloni supera quatro anos consecutivos no cargo e se torna a chefe de governo com o mandato contínuo mais longo da história da República italiana.
A entrevista foi feita em Roma e assinada pelo jornalista Roger Cohen. Meloni atribui a longevidade à coerência: diz que impôs a si mesma a regra de nunca afirmar algo em que não acredita. Ela conta que entrou na direita pós-fascista aos 15 anos e afirma não gostar que outros lhe digam quais são seus limites. Um “não”, segundo ela, está entre as coisas que mais a mobilizam.
Sobre o papel internacional do país, Meloni disse rejeitar a ideia de uma Itália submissa ou que se considere inferior aos outros, e defendeu o que chama de revolução do orgulho. Ao falar do fascismo italiano, afirmou que olhar hoje para aquela história é uma coisa, e que quem viveu no meio dos acontecimentos provavelmente a percebeu de outra forma.
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Leia o artigo original em italiano no Corriere della Sera.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão







































