A inflação na Itália acelerou para 3,3% em agosto de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, contra 2,9% em julho, no maior nível desde setembro de 2023. Na variação mensal, o índice avançou 0,5%. O mercado projetava 3,4% na taxa anual, segundo o jornal Il Sole 24 Ore.
A alta reflete sobretudo os preços da energia. Os energéticos não regulamentados passaram de 11,4% para 16,9%, e os regulamentados, de 14,8% para 18,8%. Entre os itens não regulamentados, a gasolina saltou de 8% para 16,3%, o óleo diesel para transporte foi de 18,8% para 26,7% e o diesel para aquecimento passou de 18,2% para 31,7%. No grupo regulamentado, o gás de rua e gás natural no mercado protegido acelerou de 21,8% para 31,3%, enquanto a eletricidade no mercado protegido ficou estável, em 9,7%.
A chamada inflação de núcleo, que exclui energéticos e alimentos frescos, desacelerou de 1,6% para 1,5%, sinal de que a alta dos combustíveis ainda não se transmitiu aos demais produtos. O índice do “carrinho de compras”, que reúne alimentos e produtos de higiene e limpeza, ficou estável em 1%. A inflação já adquirida para 2026 é de 2,9% no índice geral e 1,9% no núcleo. O Istat é o instituto oficial de estatística da Itália.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.






































