Um novo aumento das taxas de juros na zona do euro pode ser decidido em 10 de setembro, em reunião do Banco Central Europeu realizada fora da sede, em Berlim. Seria a segunda alta do ano, depois da de junho. Sobre a mesa de Christine Lagarde estão a inflação que voltou a acelerar, o petróleo ainda refém da guerra no Oriente Médio e o endividamento público global, a começar pelo dos Estados Unidos, que começa a preocupar os mercados, segundo o jornal Il Messaggero.
O efeito prático recai sobre financiamentos imobiliários e empréstimos. Quem pretende tomar crédito tende a encontrar condições piores se adiar a decisão, já que esperar pode sair caro. O BCE é a autoridade monetária dos países que adotam o euro e define as taxas de referência que orientam o custo do crédito na região, com impacto direto nas prestações de quem tem contrato atrelado a juros variáveis.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.






































