O conselho de administração do Banco Bpm deve dar as primeiras indicações sobre a dupla oferta pública de troca lançada pelo Monte dei Paschi di Siena, em reunião prevista para breve, provavelmente na terça-feira. As ofertas do banco comandado por Luigi Lovaglio miram o próprio Bpm e a Banca Generali. Poucos esperam respostas dos acionistas já na semana seguinte, marcada por reuniões ainda não oficiais, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
A decisão final caberá aos sócios dos bancos envolvidos. No livro de acionistas do Monte dei Paschi estão a Delfin, da família Del Vecchio, o empresário Francesco Gaetano Caltagirone, que já manifestou dúvidas sobre a união com o Banco Bpm, além do Tesouro italiano e do fundo BlackRock. Todos se encontrarão em pouco mais de dois meses em Siena, na assembleia que votará a dupla operação. O resultado é imprevisível: a chamada passivity rule, aplicada ao Monte dei Paschi desde o início de junho após a oferta do Intesa Sanpaolo, exige dois terços.
Do outro lado, o Intesa Sanpaolo, do presidente-executivo Carlo Messina, prepara representação à Consob para contestar as movimentações de Lovaglio, incluindo o respeito à passividade e às informações ao mercado. O Crédit Agricole, sócio forte do Bpm com 29,30%, não comentou as informações sobre um possível canal de diálogo já aberto com o Palácio Chigi.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão







































