Dois cortes no Imposto de Renda das pessoas físicas na Itália, o Irpef, estão em estudo para a manobra orçamentária de 2027, a última da legislatura antes das eleições. Uma frente é a primeira alíquota, de 23%, aplicada às rendas de até 28 mil euros, que poderia cair para 22%. A outra é a faixa hoje sujeita à alíquota máxima de 43%, informou o jornal Il Messaggero.
O presidente da comissão de Finanças da Câmara, Marco Osnato, abriu à hipótese de baixar a primeira alíquota de 23% para 22%. A segunda proposta, defendida pelo vice-ministro da Economia, Maurizio Leo, e pela Forza Italia, é deslocar de 50 mil para 60 mil euros o teto da faixa tributada em 33%. Assim, o trecho de renda entre 50 mil e 60 mil euros, hoje taxado em 43%, também passaria a 33%. As duas medidas apontam na mesma direção, o apoio à classe média.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.






































