A Xylella chegou à Calábria. O primeiro foco da bactéria na região foi identificado no território do município de Taurianova, na província de Reggio, onde 7 oliveiras apareceram infectadas entre 35 plantas submetidas a amostragem, na localidade de Olivetella, informou o jornal La Stampa.
Os números, por enquanto, são contidos. Mas a simples presença da bactéria já basta para acionar procedimentos de contenção, com pedidos de um plano imediato para evitar a difusão. A mesma epidemia devastou os olivais da Puglia, onde atingiu mais de 20 milhões de oliveiras.
A Xylella fastidiosa é uma bactéria que se instala nos vasos condutores de seiva da planta, provoca o ressecamento dos ramos e leva a oliveira à morte. Não há cura disponível em campo. O controle é feito por monitoramento, amostragem das plantas suspeitas, erradicação dos exemplares infectados e combate ao inseto que transmite o patógeno de uma árvore para outra. Para o leitor brasileiro, o dano é econômico e paisagístico: o azeite italiano depende de olivais antigos, e a chegada da bactéria a uma nova região amplia a área sob vigilância fitossanitária.
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
QUERO ANALISAR MEU CASOLeia também: Turismo do azeite explode na Itália: conheça o fenômeno que une sabor, saúde e cultura
Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.






































