A inclusão de um segundo turno na nova lei eleitoral italiana inverteria o vencedor da disputa, segundo simulação do instituto YouTrend feita com 1.200 entrevistas entre 1º e 2 de setembro. Em turno único, o campo progressista venceria com 44,4% contra 38,1% do centro-direita, sem Vannacci. Com segundo turno, a atual maioria ganharia por 51,1% a 49,8%, noticiou o jornal Il Messaggero.
O texto em discussão é o chamado “Stabilicum”, que a maioria governista quer aprovar no Senado até meados de setembro. O sistema prevê prêmio de maioria para a coalizão vencedora. A hipótese do segundo turno segue defendida por parte da cúpula do Fratelli d’Italia, apesar da resistência da Liga.
O peso decisivo estaria no partido do general Vannacci, o Futuro Nazionale, creditado com 8,2% no primeiro turno, quando a lógica do voto útil desaparece. No segundo turno, 82% desses eleitores voltariam ao centro-direita, aponta a pesquisa. Lorenzo Pregliasco, do YouTrend, lembra que o eleitorado de direita costuma perder força em segundos turnos nas eleições municipais e afirma que “não existe na Europa um sistema com prêmio de maioria e dois turnos”.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia também: Governo Meloni sofre derrota por um voto e oposição pede eleições na Itália
Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.






































