A cédula eleitoral italiana volta a permitir voto em candidatos, com até três preferências por eleitor, na nova lei eleitoral em debate no país. Cada partido levará à cédula um cabeça de chapa bloqueado e outros seis candidatos alternados por gênero. Em escolha múltipla, o eleitor terá de indicar candidatos de sexos diferentes. A indicação do candidato a premiê passa a ser obrigatória para todas as coligações e listas, noticiou o jornal Il Messaggero.
A maioria chama o sistema de Stabilicum e diz que ele garante governos mais duradouros. A oposição o apelida de Melonellum e afirma que foi feito sob medida para Giorgia Meloni. As preferências some desde 1993 nas eleições gerais. As estimativas sobre quantos serão eleitos por elas divergem, de 25% do total a 60% a 65%, segundo Ignazio La Russa.
Sem os distritos uninominais do Rosatellum, vence quem a primeira lista ou coligação superar 42% dos votos nas duas Casas, com prêmio fixo de 70 deputados e 35 senadores. Nenhuma lista poderá passar de 220 cadeiras na Câmara e 113 no Senado, fora o exterior. Se ninguém chegar a 42%, as cadeiras são distribuídas de forma proporcional.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.
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