As ofertas de troca anunciadas pelo Monte dei Paschi di Siena pelo Banco BPM e pelo Banca Generali estão sujeitas a “incerteza significativa de execução”, avaliou a agência Moody’s Ratings. A agência considera que as operações não devem ter repercussão imediata sobre a nota de crédito do banco. Ao mesmo tempo, aponta riscos relevantes na integração de grandes estruturas que atuam em setores diferentes, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
Se concluídas, as operações diversificariam os lucros do grupo, reduziriam a dependência da margem de juros e reforçariam a posição competitiva em gestão patrimonial, captação de ativos, consultoria, gestão de ativos e bancassurance, segundo a avaliação. A Moody’s acrescenta que o conjunto também reduziria a dependência dos ganhos vindos da participação do Monte dei Paschi na Assicurazioni Generali.
A agência lembra que o banco teria de conduzir vários processos de integração ao mesmo tempo, entre eles a fusão proposta com o Banco BPM, a incorporação do Banca Generali e a integração já em curso com o Mediobanca, com modelos de negócio, infraestruturas operacionais e culturas empresariais distintos. As operações ainda dependem da aprovação dos acionistas do Monte dei Paschi, do lançamento e da conclusão bem-sucedida das ofertas de troca e de todas as autorizações regulatórias, de supervisão e antitrust.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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