O Banco Bpm adiou a decisão sobre a oferta pública de troca anunciada pelo Monte dei Paschi di Siena e apontou a ausência de prêmio para seus acionistas. Após um conselho de administração rápido, o banco disse que vai se pronunciar depois das avaliações necessárias, mas registrou que a proposta é uma aquisição, não uma fusão entre os dois bancos, diferente do projeto apresentado por carta em 7 de junho de 2026, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
A proposta do Monte avalia o Banco Bpm em 25,3 bilhões de euros e oferece 1,567 ação de nova emissão para cada papel do Bpm, sem reconhecer prêmio sobre as cotações em Bolsa. Pelo desenho da operação, os acionistas do Bpm ficariam com 37% do novo grupo, e os de Siena com 50%. Quando o Unicredit lançou sua oferta, em novembro de 2024, o conselho do Bpm reagiu de imediato com forte objeção. Desta vez não houve rejeição antecipada, porque a lógica industrial da união entre os dois bancos é compartilhada.
O Crédit Agricole, primeiro acionista do Bpm, demonstrou desde o início frieza em relação ao negócio e prefere uma integração entre o Bpm e suas atividades italianas. Nesse cenário, o Monte vê a operação como plataforma para uma aliança em bancassurance, reforçada por participações cruzadas.
Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.





































