O corte do imposto sobre o diesel na Itália foi prorrogado por mais cinco dias, com a mesma redução de 17 centavos de euro por litro que vigora há mais de um mês, e vale até 10 de setembro. Terminado o prazo, o governo e a maioria precisam decidir se ganham mais tempo ou se passam aos auxílios direcionados anunciados semanas atrás, de acordo com o jornal Il Sole 24 Ore.
Dois pontos travam a mudança. O primeiro é o dinheiro, ou seja, quais recursos estão disponíveis. A Liga defendeu abertamente tributar as empresas de energia, o que a Forza Italia negou várias vezes. O segundo ponto é quem receberia a ajuda. Chegou a ser discutido o uso do cartão Dedicata a Te, distribuído com base na renda familiar, proposta apresentada no início da crise pelo Ministério das Empresas. Claudio Borghi, senador da Liga, criticou a ideia e sugeriu incluir a classe média. Matteo Salvini pediu que os trabalhadores autônomos não sejam esquecidos.
O ministro do Meio Ambiente, Gilberto Pichetto Fratin, disse que os órgãos técnicos “estão trabalhando” e que 25 dias poderiam bastar para uma solução. Também há discussão sobre ajuda setorial via crédito tributário, em especial ao transporte rodoviário de cargas. As novas medidas exigiriam um decreto-lei e, portanto, uma reunião do Conselho de Ministros.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.






































