A redução do imposto sobre o 13º salário e a confirmação do bônus para mães trabalhadoras estão entre as medidas em estudo para a próxima lei orçamentária do governo de Giorgia Meloni. Trocar o Irpef comum por uma alíquota de 15% ou 10% sobre o 13º geraria economia líquida de 200 a 500 euros no contracheque, conforme a renda, afirmou o presidente da Comissão de Finanças da Câmara, Marco Osnato (Fratelli d’Italia), em entrevista ao site ilSussidiario.net durante o Meeting de Rimini, noticiou o jornal Il Sole 24 Ore.
Meloni indicou trabalho e família como prioridades. Para Osnato, em 2027 devem ser renovados o corte de imposto sobre aumentos vindos de renovação de contratos coletivos e o bônus mães, além de manter o bônus para recém-nascidos, o bônus creche e o apoio a despesas essenciais. A tributação de 1% sobre prêmios de produtividade já vale para 2027.
Na lei orçamentária anterior, o bônus mães subiu de 40 para 60 euros mensais, para trabalhadoras com dois filhos e renda de trabalho abaixo de 40 mil euros anuais, até o mês em que o segundo filho completa 10 anos. O Irpef também caiu de 35% para 33% na faixa entre 28 mil e 50 mil euros. Uma hipótese é estender os 33% até 60 mil euros, com custo perto de 3 bilhões.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
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