A tributação sobre o 13º salário e as regras de aposentadoria voltaram ao centro da discussão da lei orçamentária na Itália, com a hipótese, avaliada pelo governo, de começar por uma medida pontual e decidir depois se ela vira permanente, noticiou o jornal Il Sole 24 Ore.
A Forza Italia defende a isenção total do 13º, e o Fratelli d’Italia se mostra aberto à ideia. A hipótese mínima, segundo o responsável pela área econômica do Fratelli d’Italia, Marco Osnato, custaria meio bilhão de euros, com imposto de 15% para quem tem renda até 15 mil euros. O objetivo é ampliar o público alcançado e reforçar o desconto, começando “em via experimental para avaliar os resultados”. Há consenso entre os partidos sobre ampliar o corte do Irpef, o imposto de renda italiano, para a classe média.
A Liga relançou em Rimini a bandeira da flexibilidade na saída do mercado de trabalho. O secretário do Trabalho Claudio Durigon, vice de Matteo Salvini, chamou de inaceitável ter de trabalhar até os 67 anos e disse que o partido estuda permitir a aposentadoria aos 64. Detalhes podem ser apresentados no encontro de 8 e 9 de setembro, em Roma. O presidente do INPS, Gabriele Fava, propôs uma poupança previdenciária para recém-nascidos, ideia apoiada pela ministra do Trabalho, Elvira Calderone.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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