O fim da área a quente na ex-Ilva de Taranto abriu uma onda de demissões, com o corte imediato anunciado de 2.500 trabalhadores do setor de fornecedores. As primeiras consequências surgiram já nas horas seguintes à decisão. O futuro de milhares de outros empregados permanece incerto, informou o jornal La Repubblica.
A ex-Ilva é a maior siderúrgica da Itália e um dos maiores complexos do setor na Europa. Fica em Taranto, no sul do país, e emprega diretamente e por meio de fornecedores parte relevante da economia da região. A área a quente é o coração da produção, onde o aço é fundido, e sua paralisação afeta toda a cadeia.
Segundo estimativas sindicais, os funcionários da Acciaierie d’Italia somam pouco menos de 8 mil. A esse número é preciso somar os trabalhadores do setor de fornecedores, que orbitam a fábrica e dependem de sua atividade.
Leia também: Empresas italianas buscam negócios em siderurgia no Brasil
Leia o artigo original em italiano no jornal La Repubblica.
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