O conselho de administração do Banco Bpm se reúne em caráter extraordinário na tarde de 25 de agosto para tratar da oferta pública de troca lançada pelo Monte dei Paschi di Siena (Mps). A reunião não estava no calendário. A pauta teria um único ponto, a proposta do Mps, que recolocou o Banco Bpm sob a chamada passivity rule, segundo o jornal Il Sole 24 Ore.
Na prática, a regra limita a atuação da administração de um banco alvo enquanto a oferta está em curso. Não é a primeira vez recente que o Banco Bpm passa por isso: a oferta do UniCredit, depois retirada, é de novembro de 2024. Após a discussão no conselho, resta saber a posição dos conselheiros indicados pelo Credit Agricole, sócio francês com mais de 29% do capital.
O Mps lançou ofertas simultâneas sobre o Banco Bpm e o Banca Generali, e a decisão final caberá aos acionistas. Até agora, o único a se manifestar abertamente foi Pierluigi Tortora, da Plt Holding, favorável à operação. No livro de sócios do Mps também estão a Delfin, da família Del Vecchio, o empresário Francesco Gaetano Caltagirone, o Tesouro italiano e o fundo BlackRock. A assembleia em Siena está prevista para daqui a pouco mais de dois meses.
Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.






































