A economia italiana deve crescer neste ano “perto de +1%”, salvo surpresas, afirmou o ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, no encerramento do Fórum Ambrosetti, em Cernobbio. Ele defendeu a prudência com a dívida pública como “uma forma de soberanismo pragmático”, caminho alternativo tanto ao soberanismo de fachada quanto à ortodoxia europeísta, segundo o jornal Il Sole 24 Ore.
O resultado já está praticamente garantido pelo primeiro semestre, quando o crescimento adquirido chegou a +0,8%. Somado o efeito de três dias úteis a mais do que no ano anterior, a conta sobe para algo entre +0,9% e +0,95%. O próprio governo havia projetado +0,6% no último documento de finanças públicas, em linha com as previsões internacionais. “O barco continuou boiando, e não era banal”, disse o ministro.
Giorgetti afirmou que a confiança internacional recuperada permite ao país enfrentar com relativa segurança a tempestade que se desenha no mercado de bônus, com juros em alta pelo aumento do endividamento e pela retomada da inflação. Ele voltou a cobrar mais investimento privado e questionou por que os fundos de pensão italianos aplicam em todo o mundo, menos na Itália. Sobre o Orçamento, não deu detalhes, porque os trabalhos ainda não começaram de fato.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.






































