A vigilância contra interferências estrangeiras nas eleições italianas deve valer para qualquer origem, de Putin a Zelensky, passando por Soros, sem desrespeitar a inteligência dos eleitores. A posição foi atribuída a fontes da Liga, partido de Matteo Salvini, segundo a agência ANSA.
As mesmas fontes marcaram uma distinção. “Uma coisa é a legítima preocupação com as ameaças externas”, disseram, apontando como problema diferente o que chamaram de obsessão com os russos em todos os campos, do esportivo ao cultural, até as anunciadas influências sobre o voto dos italianos. Para a Liga, vigiar contra qualquer ingerência estrangeira é um dever, mas os italianos sempre escolheram e votaram com a própria cabeça.
A Liga integra a coalizão de governo na Itália e historicamente adota posição mais cautelosa que seus aliados em relação à Rússia. O debate sobre interferência externa em campanhas eleitorais é recorrente na União Europeia, que tem discutido mecanismos de monitoramento de desinformação e de influência estrangeira sobre processos de votação.
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Leia o artigo original em italiano na ANSA.






































