Uma emenda da oposição quer assegurar preferências livres na nova lei eleitoral italiana, apelidada de Melonellum, em mais uma rodada de mudanças no texto. Na comissão de Assuntos Constitucionais terminou o prazo para a apresentação das emendas, e apenas três delas trazem a assinatura de todos os partidos do centro-direita, informou o jornal La Repubblica.
A primeira dessas três é o disputado texto sobre as preferências, desta vez subscrito por toda a coalizão, o que não havia ocorrido na Câmara. Pela proposta, o eleitor encontrará na cédula os cabeças de lista bloqueados, ou seja, nomes já definidos pelos partidos e não escolhidos pelo voto. A oposição quer que a escolha dos eleitos fique com o eleitor.
A líder do Partido Democrático, Elly Schlein, criticou a previsão de segundo turno e a classificou como “manobra desesperada”. A lei eleitoral define como os votos viram cadeiras no Parlamento italiano e é um dos temas mais sensíveis da política do país, porque mexe diretamente na disputa entre governo e oposição. A comissão de Assuntos Constitucionais é a etapa em que o texto é examinado e alterado antes de seguir adiante.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia também: Governo Meloni sofre derrota por um voto e oposição pede eleições na Itália
Leia o artigo original em italiano no jornal La Repubblica.






































