Siga o Italianismo

Olá, o que deseja procurar?

Euro Hoje R$ 5,94

Última hora

Toscana aprova projeto que banca até 3 mil euros para congelar óvulos

Região da Toscana quer bancar a criopreservação de ovócitos como resposta à baixa natalidade e ao custo alto do procedimento.

Toscana aprova projeto que banca até 3 mil euros para congelar óvulos
Toscana aprova projeto que banca até 3 mil euros para congelar óvulos. Foto: reprodução / Il Fatto Quotidiano.

Mulheres que decidem congelar óvulos na região da Toscana poderão receber apoio financeiro de até 3 mil euros. A medida está prevista em uma proposta de lei aprovada na região, que introduz um incentivo econômico para quem recorre à técnica de criopreservação de ovócitos, conhecida como social freezing. Entre os objetivos declarados estão proteger os direitos à parentalidade e à procriação, garantidos pela Constituição, combater a queda demográfica e favorecer a equidade no acesso das mulheres ao procedimento, informou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta quinta-feira (17).

Leia também: “População da Itália cairá pela metade até 2100”, diz Lancet

O congelamento social de óvulos é a criopreservação feita por escolha da mulher, sem indicação médica ligada a uma doença. A técnica permite guardar ovócitos em uma idade mais jovem para uso futuro em uma eventual gravidez. O custo alto costuma limitar o acesso, e é sobre esse ponto que o apoio econômico previsto na proposta pretende agir, reduzindo a diferença de condições entre as mulheres que buscam o procedimento.

A proposta associa o incentivo a um problema demográfico. A Itália enfrenta baixa taxa de natalidade, e a medida é apresentada como forma de ampliar as possibilidades reprodutivas. O texto trata o congelamento de óvulos como um direito ligado à parentalidade e à procriação, e coloca a equidade de acesso como parte central da justificativa.

Newsletter

Últimas do Italianismo

Todo dia, às 18h, um resumo do que aconteceu na Itália direto no seu e-mail.

Newsletter — Últimas do Italianismo

É gratuito e você cancela quando quiser.

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira também:

História

Diletto Manzini deixou Urania, de 12 anos, na Toscana em 1889. Do Brasil, escreveu sobre trabalho, doenças e os planos de reunir a família,...

Comer e beber

Seleção do crítico Eric Asimov privilegia rótulos leves, com até 13,5% de álcool, e inclui vinhos da Toscana e do Abruzzo.

Cotidiano

A Itália acompanha a doença de Creutzfeldt-Jakob há mais de 30 anos e participa, em Milão, do estudo clínico do ION717, medicamento experimental buscado...

Cotidiano

Cega havia cinco anos, italiana volta a enxergar após transplante inédito de retina.