Uma menina de 4 anos morreu em Palermo, provavelmente de difteria, sem ter sido vacinada, e o caso reabriu a discussão sobre a queda da cobertura vacinal na Itália. Um primo da criança, esse vacinado, foi internado com sintomas semelhantes, mas suas condições estão sob controle e ele não corre risco de vida. Se o nexo de causa e efeito for confirmado, o país registrará a primeira morte por difteria em 35 anos, segundo o jornal Il Messaggero.
Uma investigação da magistratura vai estabelecer se a decisão de não submeter a filha à profilaxia foi fatal. Os pais deram crédito à alegação de que existiria relação entre vacinas e autismo, desmentida por uma revisão da Organização Mundial da Saúde que analisou 31 estudos publicados entre 2010 e 2025. A cobertura da vacina hexavalente na Itália caiu abaixo dos 95%, patamar considerado necessário para garantir a imunidade coletiva.
Na Região Europeia da OMS, que reúne 53 países e inclui a Ásia Central, mais da metade das nações não alcança 95% de cobertura para sarampo e para DTP (difteria, tétano e coqueluche), e quase um país em cada três fica abaixo de 90%. Em 2024, a região registrou mais de 125 mil casos de sarampo, o dobro de 2023.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
- Nova frente jurídica aberta
- Processos ainda podem ser apresentados
- Avaliação individual antes de qualquer decisão







































