Os líderes da Coalizão dos Voluntários reafirmaram “sua unidade no apoio à luta da Ucrânia” por soberania, liberdade e integridade territorial, em reunião realizada em Kiev e por videoconferência no aniversário de 35 anos da independência ucraniana. O grupo prevê exercícios militares em outubro, e a Itália ficará de fora, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
No comunicado, os líderes condenaram os ataques russos contra cidades, infraestrutura crítica e civis, que provocaram o maior número de vítimas civis desde o início da invasão em grande escala, em 2022, além de danificar um hospital pediátrico em Kiev na semana passada. Também condenaram ataques a sítios do patrimônio cultural ucraniano, entre eles a Lavra de Kiev-Pechersk. O texto reafirma o direito da Ucrânia de se defender, com base no artigo 51 da Carta da ONU, que reconhece a legítima defesa individual ou coletiva em caso de ataque armado.
Os líderes se comprometeram a ampliar o apoio militar, reforçar a defesa aérea como prioridade urgente, compartilhar tecnologias e endurecer sanções contra o complexo industrial-militar russo. Também trataram da ajuda imediata ao setor energético ucraniano antes do inverno. Zelensky disse que a invasão dura 1.643 dias e que o principal erro de Vladimir Putin foi ignorar o povo ucraniano, segundo a Rbc-Ukraine.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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