A defesa europeia opera com plataformas demais e precisa reverter esse quadro, com mais recursos e sistemas compartilhados entre os países. A avaliação é de Lorenzo Mariani, há poucos meses presidente executivo e diretor-geral da Leonardo, em declarações dadas em Cernobbio. “Se hoje na Europa há plataformas demais, é preciso inverter a tendência”, afirmou, ressalvando que os efeitos levarão tempo, porque navios, helicópteros e tanques têm vida útil de trinta ou quarenta anos, segundo o jornal La Repubblica.
Mariani parte da distância que ainda separa a defesa europeia da americana, marcada por um número maior de sistemas e por requisitos diferentes entre os países. A Leonardo é o principal grupo industrial italiano do setor de defesa e aeroespacial, com participação do Estado, e atua em aeronaves, helicópteros, eletrônica de defesa e segurança. A empresa é uma das mais expostas ao debate europeu sobre integração da indústria militar.
Cernobbio, às margens do Lago de Como, sedia um encontro anual que reúne empresários, executivos e autoridades italianas e estrangeiras para discutir economia e política internacional. É nesse fórum que dirigentes de grandes companhias italianas costumam apresentar suas posições sobre investimento e política industrial.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no jornal La Repubblica.






































