Uma caminhada de sete quilômetros no Colle Braida, em Valgioie, vai lembrar Matilde Lorenzi, esquiadora morta aos 19 anos durante um treino na pista do glaciar do Val Senales, no Alto Ádige, há dois anos. O pai, Adolfo Lorenzi, e a mulher, Elena, organizaram tudo: marcaram o percurso, mobilizaram a cidade e procuraram patrocinadores. “Um dolore mai spento”, diz o pai, que afirma seguir à espera da verdade sobre o acidente, noticiou o jornal La Stampa.
O Val Senales fica no Alto Ádige, região alpina do norte da Itália onde os glaciares permitem treinos de esqui fora da temporada tradicional. Foi nessa pista que Matilde sofreu o acidente durante o treino. A caminhada organizada pela família tem caráter de memória e reúne moradores da localidade piemontesa onde a família mora.
A cobrança dos pais mantém em aberto a apuração sobre as circunstâncias da morte. Segundo o relato do pai ao jornal, a família continua sem as respostas que buscava desde o acidente. Os preparativos do evento, incluindo sinalização do trajeto e apoio de patrocinadores, já estão concluídos.
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.






































