A Meta aceitou pagar cerca de US$ 16,7 bilhões e reforçar as proteções para menores no Facebook e no Instagram para encerrar o processo nos Estados Unidos que acusa a empresa de provocar danos à saúde mental de adolescentes. O acordo interrompe o julgamento iniciado na semana passada em Oakland, na Califórnia, no qual o presidente-executivo Mark Zuckerberg deveria depor diante de um júri em tribunal federal. O Estado da Califórnia pode receber de US$ 1,5 bilhão a US$ 2,1 bilhões se a corte aprovar oficialmente o acerto, informou o jornal Il Sole 24 Ore, citando a CNBC.
Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey estavam entre os 29 Estados que processaram a empresa em 2023. A ação federal nasceu de uma investigação conduzida por uma coalizão bipartidária de procuradores-gerais de Califórnia, Flórida, Kentucky, Massachusetts, Nebraska, Nova Jersey, Tennessee e Vermont.
O acordo prevê limites diários de uso e bloqueios noturnos para adolescentes, verificação de idade reforçada, fim das notificações no horário escolar durante a semana e controle de conteúdo apropriado à idade, para conter bullying e material sobre transtornos alimentares e automutilação. Também prevê controles parentais mais eficazes e limites a funções de comparação social, como a contagem de curtidas. Especialistas em segurança infantil e ex-funcionários consideram insuficientes as medidas já adotadas pela Meta.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.
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