Todo brasileiro conhece o tipo: aquela pessoa que está em todo casamento, batizado e formatura. O apelido nacional é “arroz de festa”. No showbiz mundial, quando o assunto são megaeventos, o posto parece ter dona. E ela é italiana.
Laura Pausini subiu neste domingo (19) ao gramado do MetLife Stadium, em Nova Jersey, para cantar antes da final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha. Se a cena pareceu familiar, não foi impressão: em 2025, ela já havia participado da festa da final do Mundial de Clubes da Fifa, no mesmo estádio.
Desta vez, ao lado do britânico Robbie Williams e da americana Nicole Scherzinger, a cantora de Solarolo interpretou “Desire”, hino oficial da Fifa. Os três apareceram em tons de azul em uma cerimônia montada sob medida para o maior palco possível do futebol mundial.

Um posto disputado
Pausini divide o trono informal de presença obrigatória em grandes palcos com Shakira, outra veterana de cerimônias planetárias. A colombiana, aliás, também estava no MetLife e participou do show de intervalo realizado na final de Copa do Mundo.
No quesito assiduidade recente, porém, a italiana tem currículo difícil de bater: foram duas finais da Fifa em dois anos. Quando o futebol mundial monta uma festa e começa a procurar quem chamar, aparentemente alguém na organização já deixa o número de Laura Pausini nos favoritos.
E a noite teve celebridade suficiente para abastecer várias capas de revista.
Jennifer Hudson cantou o hino dos Estados Unidos, enquanto María Becerra interpretou o argentino. Como a “Marcha Real”, hino da Espanha, não tem letra oficial, a missão espanhola ficou por conta do grupo Spanish Brass.
A taça também recebeu tratamento de estrela. O tenista Carlos Alcaraz e a atriz sul-coreana Jung Ho-yeon, conhecida mundialmente por “Round 6”, levaram ao gramado o tradicional baú da Louis Vuitton com o troféu. Os campeões mundiais Andrés Iniesta e Mario Kempes também participaram da apresentação da taça, representando Espanha e Argentina.
Faltou pouco para a Fifa convocar também o síndico do estádio.
Para os italianos, que mais uma vez não tiveram a Azzurra disputando a Copa, restou um consolo.
A seleção pode até ficar fora da festa.
Laura Pausini, dificilmente.





































