São Paulo é o estado que mais envia turistas para a Itália, segundo a Agenzia Nazionale del Turismo.
Apesar dos dados de turistas brasileiros na Itália em 2016 não terem sido ainda fechados, a espera é positiva.
Em 2015, a Itália recebeu 873 mil turistas brasileiros, número 14,4% maior que o ano anterior. Ao todo, foram 2,2 milhões de pernoites, um crescimento de 16,9%. Também destacou-se os gastos do brasileiro na Itália, que se encontram entre os seis maiores de todos os turistas em terras italianas: o valor teve crescimento, no ano passado, de 5,7% em relação a 2015.
Sendo o 5º destino mundial, 1º país em patrimônio histórico da Unesco e com riqueza cultural e gastronômica típicas, a Itália costuma atrair um público específico de 30 a 40 anos, mais instruído e com renda familiar anual em torno dos 40 mil dólares, segundo Roberta Milano, diretora de marketing digital da Agenzia Nazionale del Turismo, órgão responsável pelo turismo na Itália.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
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Segundo elas, as viagens são normalmente realizadas em férias, para negócios, estudos, congressos ou a visita (de parentes ou amigos).
Os números foram bastante elevados e os resultados para este ano já estão sendo positivos, como salientou a diretora: “[…] seis dos quinze principais operadores para a Itália viram as reservas para abril e maio, incluindo a Páscoa, aumentarem de 20% a 35% em relação ao ano passado.”
Com o intuito de promover a Itália em 2017, estão sendo confirmadas participações de feiras como a WTM-LA, realizada entre 4 a 6 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, e ações online já começaram: o foco nas mídias sociais torna-se cada vez maior, transmitindo informações mais rápidas aos interessados no destino e com as hastags #italianvillages e #italia, já sendo esta última, a mais usada atualmente em relação a destinos.
A ideia é atrair o público não só para arte, gastronomia ou cultura italianas, mas também para seu folclore, atividades ligadas à natureza como montanhismo, o turismo de luxo com os vários shopping regionais, esportes como o golfe, entre outras. Em busca também de um turismo sustentável, a divulgação torna-se cada vez maior em cidades menores, os chamados burgos, pequenos vilarejos que ficam próximos à cidade.
Promover outros roteiros também será foco desse ano, trazendo novas opções de turismo religioso em locais além de Roma, turismo LGBT, turismo enogastronômico com pacotes e tours terrestres envolvendo cada vez mais tradição italiana, gastronomia, música, emoção, aventura e tudo o mais que os italianos têm a oferecer, reforçando seus laços de bases antigas com os brasileiros.








































