Uma mãe de 33 anos teve o pedido de trabalho remoto negado por sua empresa na província de Treviso, no norte da Itália, e o caso reacendeu o debate sobre o smart working no país. Beatrice Baratto pediu o modelo flexível após o nascimento do filho e recebeu a recusa. A história trouxe de volta a discussão sobre quando a empresa é obrigada a dizer sim, publicou o jornal La Repubblica, nesta sexta-feira (18).
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Smart working é o termo que os italianos usam para o trabalho remoto, ou home office. O modelo virou regra durante a pandemia, quando empresas e trabalhadores passaram a tratá-lo como padrão. Depois, muitas companhias voltaram atrás e passaram a exigir o retorno ao escritório. O caso de Treviso mostra que a recusa nem sempre é permitida pela lei, que prevê situações em que o empregador precisa aceitar o pedido.
Beatrice Baratto é uma mãe recente e, como muitos outros trabalhadores, esbarrou na negativa da empresa ao tentar conciliar o emprego com os cuidados do filho. O episódio expõe a diferença entre o que virou hábito na pandemia e o que a legislação de fato garante. A discussão ganhou força de novo nos últimos dias na Itália.
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