A campanha das montadoras chinesas na Europa tem na Geely a empresa que mais merece atenção pela estratégia de crescimento, mesmo com números ainda modestos, mesmo somando as marcas diretas Zeekr e Link&Co e as controladas Volvo, Smart, Polestar, Lotus e Levc, os táxis elétricos de Londres. A estratégia foi reafirmada em teleconferência pelo novo presidente, An Conghui, de acordo com o jornal Il Fatto Quotidiano.
Saic, BYD, Chery e Geely aparecem como os quatro maiores grupos chineses em vendas no primeiro semestre de 2026 nos países da União Europeia, Reino Unido e Efta. O avanço externo responde a excesso de capacidade produtiva, queda de cerca de 20% do mercado chinês, guerra de preços e desaceleração da economia da China.
Os balanços mostram pressão. A Xpeng dobrou o prejuízo líquido no segundo trimestre de 2026. A Avatr, startup de veículos elétricos de uma joint venture entre Changan e Huawei, acumulou perdas de quase 2 bilhões de dólares em quatro anos, dados divulgados antes de uma oferta pública em Hong Kong. A Chery reduziu em 12% os lucros no primeiro semestre por perdas com câmbio. Na lista Fortune Global 500 de 2026, com dados do ano fiscal de 2025, Gac e a holding Geely tiveram margens negativas, a Baic ficou em zero e Dongfeng, Saic e Faw registraram margens positivas abaixo de 2%. A BYD marcou 4,1% e a Chery, 6,3%.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Fatto Quotidiano.






































