O calor do verão europeu obrigou museus de Paris a fechar ou limitar horários, e o Louvre acumulou prejuízo de pelo menos 1 milhão de euros. Na Itália, o setor reagiu com iniciativas que contiveram a queda de público. Em 24 de junho, o ar-condicionado da Galleria degli Uffizi, em Florença, entrou em sobrecarga, o museu fechou e reembolsou os ingressos já reservados, mas voltou a abrir dois dias depois, informou o jornal La Stampa.
“Em junho e julho houve aumento em quase todos os locais de cultura”, disse Alfonsina Russo, chefe do Departamento de Valorização do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura, ainda sem dados definitivos. Em agosto houve recuo em alguns casos, compensado pelos meses anteriores e pelas aberturas noturnas. Em Florença, a ocupação de hospedagens no período do Ferragosto ficou em 62%, três pontos abaixo do mesmo período de 2025, segundo o Centro Studi Turistici. No trimestre, foram mais de 1,6 milhão de chegadas, alta de 0,8%.
Na Campânia, o cenário foi outro. O Observatório Turístico Urbano de Nápoles apontou agosto recorde, e mais de 600 mil pessoas foram a locais de cultura da região naquele fim de semana. Em Roma, o Coliseu não perdeu público. “Aumentamos os canhões nebulizadores de água para refrescar as filas”, explicou Edoardo Zanchini, diretor do escritório do clima da cidade.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.






































