A investigação sobre o furto de quatro obras de Antonello da Messina, levadas no Ferragosto passado, segue sem rumo, com os agentes trabalhando às cegas, como numa brincadeira de cabra-cega. A caminhonete que parecia ter sido identificada revelou-se pista falsa, e não chegou nenhuma informação do submundo criminoso, noticiou o jornal La Stampa.
Antonello da Messina foi um dos maiores pintores italianos do século XV, referência do Renascimento e mestre no uso da pintura a óleo. O furto tem, cada vez mais, o gosto de escárnio: os quatro vigias noturnos que nada guardaram foram enviados de férias.
A reportagem descreve o caminho das obras roubadas, que costumam sair do mercado negro para, em alguns casos, voltar a repousar nos pedestais dos museus. Por ora, o paradeiro das telas permanece desconhecido.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Stampa.
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