O corte da cunha fiscal previsto na Lei Orçamentária italiana de 2025 pode ser aplicado a determinadas prestações pagas pelo Inps, e não apenas a empregados ainda na ativa. Com isso, o contracheque de outubro pode ficar mais alto para quem está na fase de saída do trabalho ou recebe benefícios que substituem o salário. O esclarecimento veio na mensagem n. 2829 do Inps, de 14 de setembro de 2026, publicou o jornal Il Messaggero, nesta quinta-feira (17).
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A cunha fiscal é a diferença entre o custo do trabalho para a empresa e o valor líquido que chega ao trabalhador. O corte reduz essa distância e eleva o valor recebido. O Inps é o instituto de previdência da Itália, responsável por pagar aposentadorias, benefícios e prestações de apoio à renda. A novidade define quais desses pagamentos passam a ter direito ao mesmo alívio já concedido a quem segue empregado.
O benefício alcança em particular a Ape Sociale, a isopensione, os subsídios extraordinários dos setores bancário e de seguros e as indenizações ligadas aos contratos de expansão. O mecanismo também atinge algumas prestações de apoio à renda, como a NASpI e a DIS-COLL. São instrumentos que amparam trabalhadores em processo de aposentadoria antecipada ou em transição para fora do emprego.
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