Quase 400 mil estudantes com deficiência retornam às salas de aula na Itália no início do ano letivo, um contingente que não para de crescer, de acordo com dados do Istat citados pelo jornal La Repubblica. É da escola que sai a maior parte das denúncias recebidas pela Autoridade Nacional Garante das Pessoas com Deficiência, mais de 2.500 em um ano e meio de atividade do órgão. O presidente da autoridade, o advogado Maurizio Borgo, afirma que a inclusão é negada a esses alunos.
A autoridade garante é um órgão público criado para receber reclamações e fiscalizar o respeito aos direitos das pessoas com deficiência na Itália. Borgo, nascido em Gênova, está à frente da estrutura desde a sua criação. O volume de denúncias vindas do ambiente escolar indica que a sala de aula é o principal ponto de atrito entre o que a lei prevê e o que as famílias encontram na prática.
O Istat é o instituto nacional de estatística da Itália, equivalente ao IBGE no Brasil, e é a fonte dos números sobre o crescimento do total de alunos com deficiência matriculados.
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
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Leia o artigo original em italiano no jornal La Repubblica.






































