A Volkswagen aprovou o plano de reestruturação apresentado pelo presidente-executivo Oliver Blume. A decisão do Conselho de Supervisão foi unânime e saiu na noite de 3 de setembro, em sessão extraordinária convocada antes da reunião prevista para 4 de setembro. O plano havia sido rejeitado em julho, diante da oposição do governo da Baixa Saxônia e dos sindicatos a novos cortes de pessoal e ao fechamento de quatro fábricas na Alemanha, informou o jornal Il Sole 24 Ore.
Para as unidades de Emden, Zwickau, Hannover e Neckarsulm, o grupo não vê perspectiva competitiva depois de 2030 e cogita a parada entre 2031 e 2034. A empresa aceitou buscar usos alternativos para as plantas. O comunicado do grupo prevê enxugar participações e reduzir a gama de modelos em cerca de 50%. A capacidade produtiva na Europa deve cair em torno de 500 mil veículos, para evitar perdas de 1,5 bilhão de euros por ano, segundo o diretor financeiro, Arno Antlitz.
O IG Metall e o comitê de empresa afirmaram que a decisão evitou a cisão da marca Volkswagen e da divisão de componentes e barrou o ataque à cogestão. O sindicato destaca que nenhuma fábrica teve fechamento decidido. Um porta-voz disse que demissões obrigatórias seguem excluídas até o fim de 2030, com saídas voluntárias e incentivadas.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Sole 24 Ore.






































