A taxa de dois euros sobre pequenos pacotes vindos de fora da União Europeia foi adiada mais uma vez e só deve entrar em vigor em 1º de dezembro. A cobrança havia sido criada na lei orçamentária para começar em 1º de janeiro de 2026, mas desde então já sofreu três adiamentos. Não há acordo fechado sobre a medida, o que empurrou de novo a data de partida, publicou o jornal Il Fatto Quotidiano, nesta quinta-feira (17).
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A taxa incide sobre os chamados minipacotes, encomendas de baixo valor enviadas de países de fora do bloco europeu. Esse tipo de remessa cresceu com o comércio eletrônico e com plataformas de vendas internacionais. A cobrança de dois euros por pacote busca disciplinar esse fluxo, e afeta diretamente o consumidor que compra fora da União Europeia.
Segundo o texto, a nova data de 1º de dezembro só será mantida se não houver novas mudanças de posição. A medida foi introduzida pela manovra, a lei orçamentária anual da Itália, com previsão de vigência a partir do primeiro dia de 2026. O impasse sobre a cobrança impediu que ela saísse do papel nas datas anteriores.
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