Segundo o jornal Corriere della Sera, quase 100 mil italianos se mudaram para municípios de montanha entre 2019 e 2023, motivados principalmente pelo agravamento do clima nas cidades. Mila Manfredi, 60 anos, vive a 900 metros de altitude em Bolbeno, acima de Borgo Lares (Trento), há oito anos, e diz que o calor piorou até nessa altura. “Talvez devêssemos ter nos mudado para uma altitude maior”, admite.
O climatologista Luca Mercalli vive desde 2019 em uma antiga cabana que ele mesmo reformou no borgo alpino Vazon, em Val di Susa (Turim), a 1.650 metros. Ele abastece 90% de suas necessidades com fontes renováveis e defende que habitar regiões de alta altitude pode ser solução para idosos e para quem trabalha à distância.
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QUERO ANALISAR MEU CASOLeia o artigo original em italiano no Corriere della Sera.






































