Exames em alimentos analisados no caso da ricina em Campobasso apontaram anomalias suspeitas, e a investigação estreita o cerco. Desde sexta-feira, quatro mulheres, entre primas e amigas de Gianni e Antonella Di Vita, foram ouvidas na Delegacia. Uma delas já prestou seis depoimentos desde o início do inquérito. As cópias forenses dos celulares foram entregues às partes, informou o jornal Corriere della Sera, nesta sexta-feira (18).
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A ricina é uma substância tóxica extraída da mamona, capaz de causar danos graves em doses reduzidas. Por esse motivo, casos que a envolvem recebem atenção redobrada das autoridades e costumam mobilizar perícia especializada. Em investigações desse tipo, os exames laboratoriais em amostras de alimentos e o exame dos aparelhos telefônicos ganham peso decisivo para reconstituir o que aconteceu.
As audições na Delegacia buscam ouvir pessoas próximas ao casal envolvido. A entrega das cópias forenses dos celulares às partes é etapa que permite a análise do conteúdo dos aparelhos pelos envolvidos no processo. As anomalias identificadas nos alimentos ainda são objeto de apuração e integram o conjunto de indícios reunidos pelos investigadores.
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