Franco Isceri, pai de Lorena Isceri, morta aos 45 anos, gravou um vídeo em que pede à classe política italiana que aprove medidas contra a violência sobre as mulheres. Ele se dirige ao presidente da República, à primeira-ministra e a “todos os políticos”, sem distinção de partido, e afirma não querer que a morte da filha vire disputa partidária. “Peço a toda a política que esteja unida”, diz, segundo o jornal Il Messaggero.
Lorena cresceu em Squinzano, na província de Lecce, no sul da Itália, e havia deixado a Puglia há mais de vinte anos para estudar e trabalhar. Passou por Bari e Bolonha antes de se fixar em Florença, onde comprou casa há cerca de um ano e trabalhava no setor de medicamentos veterinários. O pai a descreve como uma jovem estudiosa, dedicada ao trabalho e cheia de projetos.
O apelo aponta dois caminhos: trabalho de prevenção nas escolas e reforço dos centros antiviolência e dos instrumentos legais. A família ainda aguarda a liberação do corpo para levá-lo ao Salento. A mãe, Antonietta, e o irmão, Danilo, estão em Florença à espera dos exames médico-legais. Dias antes, os pais tentaram convencer Lorena a não voltar à Toscana, depois do fim do relacionamento com Federico Vella. Ela partiu mesmo assim.
Descubra se existe um caminho para o seu caso.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.






































