O envio de armas à Ucrânia vai continuar, afirmou o vice-premiê e chanceler italiano, Antonio Tajani. “Continuaremos a fazer o que é justo fazer”, disse. Sobre o risco de infiltração estrangeira nas próximas eleições, defendeu vigilância e ação do governo e da União Europeia, em declarações no Fórum Ambrosetti, em Cernobbio, ao jornal Il Messaggero.
Tajani citou a proposta do partido Azione de criar um escudo democrático contra ingerências externas e lembrou que o Parlamento Europeu tem uma comissão dedicada ao tema, além do alerta do Copasir, o comitê parlamentar italiano que fiscaliza os serviços de inteligência. Mencionou ainda a direção de segurança da Farnesina, o Ministério das Relações Exteriores, com sala operacional contra ataques cibernéticos, e a cooperação com a Agência de Cibersegurança. “A guerra híbrida está na pauta do G7”, afirmou.
Questionado sobre suspeitas de sombras russas no partido Futuro Nazionale, do general Vannacci, e sobre apurações da Procuradoria Militar, Tajani respondeu que se preocupa com o que fazem os russos, não com Vannacci. Disse esperar que ninguém atue como infiltrado russo e lembrou a expulsão de dois espiões russos semanas antes. Diante da plateia, defendeu ainda o papel da Forza Italia nas escolhas liberais em matéria fiscal e rejeitou tributar lucros extraordinários dos bancos.
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Leia o artigo original em italiano no jornal Il Messaggero.






































