Segundo o Il Fatto Quotidiano, dirigentes da CGIL, principal central sindical italiana, viraram as costas durante o discurso do presidente do Senado, Ignazio La Russa, na cerimônia de Marcinelle, realizada em memória dos 262 trabalhadores mortos na mina belga em 1956. O episódio foi denunciado pelo deputado de Fratelli d’Italia Carlo Fidanza, que publicou um collage com três fotos mostrando cerca de uma dúzia de pessoas de costas para a tribuna.
A premiê Giorgia Meloni reagiu nas redes sociais, afirmando que o gesto foi “grave e vergonhoso” e que Marcinelle não é lugar para divisões políticas. La Russa também criticou a atitude. O secretário-geral da CGIL, Maurizio Landini, rebateu as acusações, classificando-as de infundadas e dizendo que o sindicato nunca vira as costas a ninguém. Fidanza insistiu: “Temos as fotos, as imagens foram publicadas em vários sites.”
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Leia o artigo original em italiano no site do Il Fatto Quotidiano.







































