A Lufthansa considera que a TAP pode complementar a operação da italiana ITA Airways e fortalecer a presença do grupo no mercado transatlântico.
A avaliação foi feita pelo CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, durante a apresentação dos resultados do grupo nesta terça-feira (4), ao comentar a participação da empresa no processo de privatização da companhia portuguesa.
Segundo Spohr, a TAP tem valor estratégico por sua posição no Atlântico Sul, especialmente pelas ligações com o Brasil, América Latina, África e América do Norte.
A intenção da Lufthansa é manter Lisboa como um dos principais hubs da companhia e ampliar a operação da TAP. O grupo também já defendeu o crescimento das rotas brasileiras e o reforço das atividades no Porto.
A Suprema Corte reafirmou: a cidadania nasce com a pessoa.
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Para a Lufthansa, TAP e ITA têm operações complementares. Enquanto a transportadora italiana fortalece a presença do grupo no Mediterrâneo, a empresa portuguesa ampliaria sua posição no oeste e no sul da Europa.
“Queremos reforçar a companhia aérea nacional portuguesa como parte do Grupo Lufthansa e como a principal companhia aérea para o Atlântico Sul, tendo Lisboa como hub estratégico”, afirmou Spohr.
Lufthansa e Air France-KLM apresentaram propostas vinculativas no processo de privatização da TAP, que entrou em sua terceira e última etapa obrigatória.
O grupo alemão também vem ampliando sua presença no sul da Europa. Em junho, exerceu a opção para aumentar sua participação na ITA Airways de 41% para 90%, em uma operação de 325 milhões de euros.
Em Portugal, a Lufthansa Technik está construindo uma unidade de manutenção e reparação de componentes aeronáuticos em Santa Maria da Feira. O projeto prevê a criação de mais de 700 empregos qualificados até 2027.







































